domingo, 19 de maio de 2013

NR 33 - Segurança em Espaços Confinados

Espaço confinado, de maneira geral, é qualquer área não projetada para ocupação humana contínua e que possua meios limitados de entrada e saída. A ventilação existente é insuficiente para remover contaminantes perigosos e ou tem deficiência/enriquecimento de oxigênio que possam existir ou se desenvolverem.
   Conforme a Nr 33, Espaço Confinado é qualquer área ou ambiente não projetado para ocupação humana contínua; que possua meios limitados de entrada e saída; cuja ventilação existente é insuficiente para remover contaminantes ou onde possa existir a deficiência ou enriquecimeto de oxigênio.
   Os trabalhos em áreas confinadas são uma das maiores causas de acidentes graves em funcionários. Seja por ocorrência de explosão, por incêndio ou asfixia, estes acidentes em muitos casos têm conseqüências fatais. Pesquisas realizadas pela OSHA (Norm Americana) revela que 90% do acidentes são causados por falta de oxigênio, ou seja por riscos atmosféricos.
   A fim de minimizar e, se possível, eliminar tais acidentes, o trabalho em áreas confinadas foi normatizado através da ABNT 14.787 que, entre outras providências, exige a adequada ventilação dos espaços confinados. A exaustão e/ou insuflamento dos ambientes confinados tem como objetivo principal reduzir a concentração de substâncias tóxicas e/ou perigosas presentes na atmosfera do ambiente confinado, seja antes do início dos trabalhos seja no decorrer destes. Vale salientar que a ventilação é mais eficiente do que a exaustão, no caso deste segundo deve-se aplicar na fonte geradora, por exemplo em um serviço com solda, enquanto isso a ventilação fará a retirada de um todo no espaço, para este caso chamamos de sistemas combinados.
  
Outras definições de Espaço confinado, porém a titulo de conhecimento, por não constar da nossa norma em vigência, segue abaixo:
 
a) seja grande o suficiente e configurado de forma que o empregado possa entrar e executar um trabalho;

b) possua meios limitados ou restritos para entrada ou saída (por exemplo, tanques atmosféricos, vasos de pressão, torres de processo, reatores, silos, caixas de passagem, tanques de carga e lastro, fornos, entre outros);

c) não seja projetado para a permanência contínua de pessoas.

d) contém, conteve, ou tem o potencial armazenado para desencadear um risco, entre eles, o mais grave, é o risco atmosférico.
 
Os Riscos Atmosféricos dividem-se em atmosferas tóxicas, inflamáveis, deficiente de O2 e enriquecida de O2.
 
 
 
   Todos os espaços confinados devem ser considerados inseguros para entrada, até que sejam providos de condições mínimas de segurança e saúde.

   Nesses espaços só é permitida a entrada após emissão de uma permissão para trabalho por escrito. Deve ser previsto treinamento para os trabalhadores quanto aos riscos a que estão submetidos, a forma de preveni-los e o procedimento a ser adotado em situação de risco, conforme norma ABNT NBR 14787.
  
   O Ministério do Trabalho e Emprego possui Norma Regulamentadora específica para espaços confinados, a NR 33. Deve existir sinalização (placa de advertência) com informação clara e permanente, proibindo a entrada de pessoas não autorizadas no interior do espaço confinado. Quando os trabalhos estiverem paralisados, além da sinalização de advertência, devem ser previstos dispositivos para impedimento da entrada no espaço confinado. Os trabalhos devem não só começar de maneira segura, mas devem sobretudo permanecer de maneira segura, e para isso, torna-se primordial uma boa APR (análise preliminar de riscos) que dará subsídio para a emissão da PET (permissão de Entrada e Trabalho) em espaços confinados.
  
   Com a evolução da tecnologia, e o desenvolvimento da segurança do trabalho, hoje podemos contar com um poderoso gerenciador de espaços confinados, que busca atender todos os requisitos da NR33, chamado SIEC, Sistema Integrado de Espaços Confinados, que centralizará todos os espaços confinados de uma unidade industrial, organizando as análises preliminares de riscos, e acima de tudo auxiliando o processo de gestão do responsável técnico da unidade, pois o SIEC gerencia os treinamentos obrigatórios, data de vencimento dos treinamentos de 16 horas e 40 horas, vencimento de ASO (atestado de saude ocupacional), sendo assim, podemos nos sentir mais seguros e organizados em relação à sistemas de gestão, indo ao encontro dos conceitos de OHSAS 18001 e ISO 14001.
   
   Alem da NBR 14787 Mencionada acima tambem trata de assunto de espaço confinado a NBR 14606 Postos de Serviço -Entrada em Espaço Confinado que a muitos anos havia algo superior , algo denominado confinado

 

Saiba mais sobre a Conjuntivite!

 
Conjuntivite é a inflamação da conjuntiva, membrana transparente e fina que reveste a parte da frente do globo ocular (o branco dos olhos) e o interior das pálpebras. Em geral, ataca os dois olhos, pode durar de uma semana a 15 dias e não costuma deixar sequelas.
 
 
 
 
Causas
 
A conjuntivite pode ser causada por reações alérgicas a poluentes ou substâncias irritantes como poluição e o cloro de piscinas, por exemplo, e por vírus e bactérias. Neste último caso ela é contagiosa.
 
Sintomas
 
* Olhos vermelhos e lacrimejantes;
* Pálpebras inchadas;
* Sensação de areia ou de ciscos nos olhos;
* Secreção;
* Coceira.
 
Recomendações
 
* Evite aglomerações ou freqüentar piscinas de academias ou clubes;
* Lave com freqüência o rosto e as mãos uma vez que estas são veículos importantes para a transmissão de microorganismos patogênicos;
* Não coce os olhos;
* Aumente a frequência com que troca as toalhas do banheiro ou use toalhas de papel para enxugar o rosto e as mãos;
* Troque as fronhas dos travesseiros diariamente enquanto perdurar a crise;
* Não compartilhe o uso de esponjas, rímel, delineadores ou de qualquer outro produto de beleza.
 
Tratamento
 
Lave os olhos e faça compressas com água gelada, que deve ser filtrada e fervida, ou com soro fisiológico. Para a conjuntivite viral não existem medicamentos específicos. Cuidados especiais com a higiene ajudam a controlar o contágio e a evolução da doença. Acima de tudo, não se automedique. A indicação de qualquer remédio só pode ser feita por um médico. Alguns colírios são altamente contra-indicados porque podem provocar sérias complicações e agravar o quadro.

fonte: http://drauziovarella.com.br/letras/c/conjuntivite/

 

Dicas para um bom DDS!

 
O SESMT – Serviço Especializado em Segurança e Medicina do Trabalho pode contar com diversos instrumentos para a prevenção de acidentes e conscientização dos colaboradores para a prática de atos seguros como as CIPA’s por exemplo. Atualmente uma nova ferramenta vem ganhando espaço e sendo utilizada cada vez mais por profissionais como técnicos de segurança do trabalho.

 
Trata-se do DDS – Diálogo Diário de Segurança que constitui basicamente na reserva de um pequeno espaço de tempo, recomendado antes do inicio das atividades diárias na empresa e com duração de 5 a 15 minutos, para a discussão e instruções básicas de assuntos ligados à segurança no trabalho que devem ser utilizadas e praticadas por todos os participantes.

Veja abaixo 10 dicas importantes para um bom DDS – Diálogo Diário de Segurança:

 
1. Tenha sempre em mente o objetivo do DDS: “Criar condições para que os trabalhadores possam trocar informações, apresentar idéias, comentar dúvidas e dificuldades relacionadas à Saúde, Segurança e Meio Ambiente”.

 
2. Considerando sempre as características do grupo, busque temas interessantes e atuais. Peça sugestões, pesquise na internet, jornais, traga “causos” interessantes. Use acontecimentos do dia-a-dia da equipe como algo ocorrido com familiares, no trânsito, fatos importantes divulgados pela imprensa, entre outros assuntos que possam servir de fonte de informação ao grupo.

 
3. Faça um DDS sobre o “DDS” explicando o seu objetivo e funcionamento. Deixe claro a importância da participação ativa de todos.

 
4. Incentive a participação do grupo, convidando-os a conduzirem o DDS. Você pode elaborar uma escala de rodízios, repassando essas dicas ao próximo coordenador. Combine com o grupo, dias e horários apropriados; planeje o local e o assunto a ser tratado.

 
5. Exponha o assunto de forma clara e com linguagem adequada, considerando o nível de entendimento dos participantes.

 
6. Em média utiliza-se 5 a 15 minutos para realização do DDS, podendo variar de acordo com o interesse do grupo, a importância do tema e a habilidade do apresentador que está coordenando.

 
7. Como o próprio nome já diz, o Diálogo Diário de Segurança é um instrumento recomendado para uso diário. Fica a critério do grupo, estipular a periodicidade mais apropriada para a utilização do mesmo.

 
8. Eventualmente, convide profissionais de outras áreas para falar sobre temas técnicos. Poderão ser convidados médicos, enfermeiros, psicólogos, engenheiros, técnicos, ou seja, pessoas que conheçam mais o fundo o tema a ser tratado.

9. Utilize os últimos minutos para conclusão da idéia inicial. Deixe aberto para exposição de idéias do grupo. Tenha cuidado com sugestões para que não tenha conotação de promessa, pois se a mesma não for cumprida o DDS (e até o próprio instrutor) poderá perder a credibilidade.

 
10. É importante registrar o DDS. Utilize os procedimentos da empresa, ou crie um procedimento próprio. Data, duração, local, assunto abordado, nomes e número de participantes, são dados que podem conter no registro. O registro possibilita o gerenciamento do DDS como ferramenta para a identificação de novos temas e dos temas já abordados, evitando a repetição dos mesmos. Também serve para acompanhamento da participação dos integrantes do grupo durante as reuniões.

 


 
 


Ibama inicia os preparativos para o período crítico de fogo em 2013

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Brasília (18/04/2013) - Com a publicação da Portaria do Ministério do Meio Ambiente n° 113, em 16 de abril de 2013, o Centro Especializado Prevfogo/Ibama começa a se preparar para o período crítico de ocorrência de incêndios florestais, que inicia em junho e julho na maior parte do País.
Segundo o chefe do Prevfogo, Rodrigo de Moraes Falleiro, a Portaria permite ao Ibama/MMA se antecipar ao problema, garantindo a preparação necessária para enfrentar a temporada de incêndios: “Ela autoriza a realização das atividades de seleção, capacitação, contratação e estruturação das brigadas. O combate de incêndios florestais é uma atividade complexa e perigosa e a antecipação ao problema proporciona maior segurança e eficiência no atendimento às emergências que podem ocorrer no auge da estação seca.”
O Governo Federal autoriza o Ibama a contratar até 2.520 brigadistas, mas o número inicial planejado para 2013 é de 1.600. O objetivo é começar com um contingente menor, que pode ser expandido conforme as necessidades. Os brigadistas serão distribuídos em 74 brigadas, implantadas nas regiões mais críticas dentre aquelas elencadas na Portaria 113, selecionadas pela ocorrência de focos de calor captados via satélite em remanescentes de vegetação nativa e presença de áreas protegidas federais. Os contratos são temporários, destinados a atender apenas ao período crítico de incêndios, com duração máxima de 6 meses.
A principal mudança em 2013 será a substituição do Programa de Brigadas nos Municípios Críticos pelo Programa Brigadas Federais-BRIFs, direcionando as atividades das brigadas para as áreas sob atribuição federal, como Unidades de Conservação Federais (em apoio às brigadas do ICMBio), Terras Indígenas, Assentamentos do Incra e regiões de relevante importância ecológica, como os mosaicos de áreas protegidas do Jalapão e da BR 163. O objetivo é melhorar a proteção destas áreas e evitar a sobreposição de atuação entre os entes federativos. O Governo Federal somente atuará nas esferas de competência estadual e municipal nos casos mais graves, onde não for possível o controle com os recursos locais e desde que seja solicitado.

Seleção de brigadistas

Os interessados em trabalhar como brigadistas deverão passar por testes preliminares de aptidão física e de uso de ferramentas, além do curso de capacitação seletivo e classificatório. Para as inscrições, deverão estar atentos aos editais, que serão publicados nas regiões onde as brigadas serão contratadas.
Os tipos de brigadas e locais de lotação são os seguintes:
 
Brigadas Federais Indígenas: Devem priorizar a contratação de integrantes das comunidades indígenas atendidas pelo programa e os editais serão publicados nas coordenações técnicas locais da Funai correspondentes.
 
Brigadas Federais Assentamentos: Devem priorizar a contratação de integrantes dos assentamentos atendidos pelo programa e os editais serão publicados nas associações locais ou nas Prefeituras.
 
Brigadas Federais Especializadas de Pronto Emprego: Brigadas altamente capacitadas e com larga experiência em combates de incêndios em todo o território nacional e no exterior.
 
Brigadas Federais Municipais ou Especializadas: Brigadas em regiões de relevante interesse ecológico, destinadas a proteger mosaicos de áreas protegidas, principalmente em apoio ao ICMBio.
 
 
Ascom/Prevfogo/Ibama
Fotos: Rodrigo de Moraes Falleiro